Ter boas ideias de negócio

1 Set

Todos os empresários sabem que o empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo, assumindo riscos financeiros e sociais.

Se antes já era complicado ser empreendedor, agora tornou-se ainda mais, com muitas opções de negócios e uma concorrência agressiva.

Actualmente a principal dificuldade em ter boas ideias e tomar decisões consiste no facto de que quando pensamos, lidamos ao mesmo tempo com emoções, acções, lógica e criatividade.

Aquilo que diferencia as pessoas comuns de Bill Gates, Richard Branson ou até mesmo de Steve Jobs não é a capacidade criativa, mas a aptidão para impulsionar essa capacidade, encorajando e desenvolvendo im­pulsos criativos.

Um exemplo de impulsos criativos é a do físico inglês Isaac Newton com uma maçã nas mãos. Sentado à sombra de uma macieira, o sonolento cientista teria a idéia, sem mover um músculo, da lei universal da gravidade.

Nas mais diversas áreas de actividade, ciência, tecnologia, artes e também no mundo dos negócios, as descobertas de novas ideias apontam para a máxima de Thomas Edison “Genialidade é 99% de transpiração e 1% de inspiração”.

Empreendedores precisam-se!

6 Jun

Na semana passada foi divulgado em Bruxelas um inquérito sobre empreendedorismo, revelando que 51 por cento dos portugueses preferiam ser auto-empregados, um número ligeiramente acima da média comunitária, de 45 por cento, mas em franco declínio comparativamente a inquéritos anteriores.

Nos últimos sete anos, a preferência pelo auto-emprego mantém-se estável na Europa, mas Portugal é o Estado-membro onde o desejo de ser o seu chefe mais caiu relativamente a 2002, tendo descido 20 por cento.

A taxa de actividade empreendedora em Portugal em 2001 foi de 7,1, ou seja, 7,1% dos portugueses entre 18 e 64 anos estavam envolvidos em actividades empreendedoras em negócios com menos de 42 meses de existência. Em 2004, a situação piorou, com apenas 4% da população envolvida na criação de empresas.

Em 2007, a taxa de actividade empreendedora em Portugal foi de 8,8 por cento, o equivalente ao envolvimento de 9 adultos em cada 100. (Global Entrepreneurship Monitor).

Estes números são reveladores e as evidências da falta de empreendedorismo entre os portugueses deixam claro a necessidade de programas educacionais e sociais para superar essa realidade.

Nos Estados Unidos da América, estimulava-se e incentivava-se o livre empreendedorismo, exemplos de escolas que desde o ensino secundário, até no jardim de infância, tem nos seus planos de estudos o incentivo ao empreendedorismo.

Portugal precisa urgentemente de educação empreendedora nas escolas, com a criação de uma disciplina obrigatória no ensino básico e secundário.

“Existem três tipos de empresas (e pessoas). As que fazem as coisas acontecer, as que ficam a ver as coisas acontecer e as que perguntam: O que aconteceu?” Philip Kotler

Bem-vindo à era Facebook

4 Mai

O Facebook é uma rede social que tem crescido de forma surpreendente nos últimos meses, no mês passado foi noticia o facto de o Facebook ter ultrapassado o Google em popularidade.

Actualmente o número de pessoas que frequenta a mais badalada rede social, escreve comentários e troca fotografias de amigos numa festa qualquer é muito superior àqueles que utilizam o Google para pesquisar.

O Facebook tem potencial para substituir boa parte das pesquisas, na passada semana lançou uma simples medida que permite fazer “like” em qualquer página web, um ataque directo ao Google.

Acho que o Facebook está a mudar a maneira como vivemos, interagimos e trabalhamos. Bem-vindo à era Facebook!

Pequenas regras para ação

12 Abr

Repetidamente, ficamos na dúvida que nos impede continuar a agir.

As pessoas ficam perdidas nas distrações do mundo e perdem a noção do que é realmente importante.

Partilho convosco um artigo sobre algumas regras de ação do escritor Leo Babauta.

1. Não pense demais

Geralmente, se você pensa demais, fica girando em círculos, ou seja, sem agir. Pensar um pouco é bom – ter uma boa noção de onde está indo e o porquê – mas não pense demais. Apenas faça.

2. Comece logo

Todo o planeamento do mundo não te levará a nenhum lugar. Você precisa dar o primeiro passo, não importa o quão pequeno ou instável seja. Minha regra para me motivar a correr é: Colocar o ténis e passar pela porta de casa. O resto acontece naturalmente.

3. Esqueça perfeição

Perfeccionismo é o inimigo da ação. Mate-o, imediatamente! Não deixe a perfeição o impedir de fazer algo. Você pode tornar um péssimo rascunho em algo bom, mas você não pode tornar bom, algo que não existe. Então vá em frente.

4. Não confunda movimento com ação

Engano comum. Não ter tempo para nada não significa  que você está fazendo algo. Quando você perceber que está se movimentando muito rápido, fazendo muitas coisas de uma vez só, é um bom sinal para parar. Diminua a velocidade e concentre-se.

5. Concentre-se no que é importante

Livre-se das distrações. Pegue a coisa mais importante que você precisa fazer hoje e concentre-se nisso. Quando você tiver feito isso, repita o processo.

6. Devagar e conscientemente

Aja deliberadamente. Ações não precisam ser rápidas. Na verdade, isso geralmente leva a falhas, e embora perfeição não seja de fato necessária, cometer muitas falhas que podiam ser evitadas com um pouco de atenção também não é.

7. Dê passos pequenos

Colocar na boca mais do que você consegue mastigar leva à inatividade. Talvez porque você se engasgue. Não sei. Mas pequenos passos sempre funcionam. Pequenos buracos que irão eventualmente fazer o prédio ruir. E cada passo é uma vitória, que irá lhe levar às vitórias seguintes.

8. Pensamento negativo leva a lugar nenhum

Pare de fazer isso. Acha que não é capaz? Tem vontade de desistir? Diz para si mesmo que é normal se distrair e que  pode terminar depois sem problemas? Mande esses pensamentos para longe. Pensamento positivo realmente funciona. O engraçado é que as coisas que dizemos para nós mesmos têm o curioso hábito de se tornar realidade.

9. Reunião não é ação

Este é um erro comum de gestão. Eles fazem reuniões para fazer as coisas. Reuniões, infelizmente, quase sempre ficam no meio da ação em si, atrapalhando.

10. Conversar (geralmente) não é agir

Ao menos que a ação que você precisa fazer seja uma apresentação, palestra ou algo do tipo. Ou você seja um apresentador de TV. Geralmente, conversa é só conversa. Comunicação é necessária, mas não a confunda com ação de verdade

11. Planear não é agir

Claro, você precisa de um plano. Faça e então estará ciente do que está fazendo. Mas faça rápido e ponha em prática o mais rápido ainda.

12. Ler não é agir

Você está lendo um artigo sobre ação, que irónico, eu sei. Mas que este seja o último. Agora vá trabalhar!

13. Às vezes, não agir é melhor

Esta pode ser a mais irónica coisa nesta lista, mas sério, se você achar que só está se prejudicando mais do que ajudando, repense se esta ação é realmente necessária.

O poder da Internet no Turismo

30 Mar

O Turista não é mais o mesmo e as empresas precisam se adaptar a isso.

A Internet é vital para a indústria do turismo, brevemente não haverá hotel que sobreviva sem pelo menos um site a apresentá-lo.

A quantidade de conteúdos em sites, blogs e redes sócias criados exclusivamente pelos utilizadores dedicados ao turismo são enormes e a sua procura não para de aumentar.

Recentemente participei no primeiro congresso de turismo no Alentejo, realizado em Beja, ficou patente que a Internet esta a dominar as estratégias de promoção turística.

Um dos casos debatidos foi à região italiana de Toscana, que tem um orçamento de quatro milhões de euros para promoção turística, no ultimo ano foi tomada a decisão de canalizarem a totalidade do orçamento para o online, obtiveram, assim, um aumento muito significativo dos turistas.

O sector Turístico esta a sofrer grandes alterações no seu modelo de negocio, os operadores e agências de turismo estão reinventando-se, com estratégias de comunicação na Internet.

As novas ferramentas de comunicação na Internet estão a conduzir o Turismo para era 2.0.

O miúdo que do vento fez luz

28 Mar

Chamo-me William Kamkwamba e tenho 21 anos de idade. Vivo na aldeia de Mastala, que pertence ao distrito de Kasungu, a cerca de duas horas e meia de carro de Lilongwe, a capital do meu país, o Malawi. A minha língua nativa é o Chichewa. A língua oficial do país é o inglês. Tenho uma boa compreensão desta língua, consigo falar e escrever bastante bem.

Lá em casa somos muitos: o meu pai (Agnes), a minha mãe (Trywell) e quatro das minhas seis irmãs. Sou o segundo de sete filhos. A minha família, como muitas outras no Malawi e em África, é muito pobre. Na nossa aldeia não há electricidade. À noite as velas são as únicas fontes de luz na minha aldeia. Mas elas são muito caras, deitam muito fumo e muitas cheiram mal. Para comprá-las temos que andar mais de oito quilómetros.

Quando acabei a escola primária, passei para o ensino secundário. Mas depois, ao fim de dois semestres, fui obrigado a desistir dos estudos porque a minha família não tinha dinheiro para paga-los. Fiquei a ajudar os meus pais em casa. Estive cinco anos sem ir à escola.

Nessa altura decidi que queria aprender o mais possível. A leitura é a melhor forma de aprender. Por isso, tentei ler tudo o que consegui apanhar. Uma organização chamada Malawian Teacher Training Activity (MTTA), com o apoio da USAID, contribuiu com uma grande quantidade de livros para a biblioteca da escola primária perto de minha casa.

Consegui então ler muitos livros. Um deles foi “Using Energy” (Usando Energia), um livro de exercícios do ensino primário que explica como é que resulta a energia.

O livro tinha alguns esquemas de construção de moinhos de vento. Então decidi construir eu próprio um moinho de vento para fornecer energia à minha família.

Agora, e como sempre, o meu grande problema era a falta de dinheiro para comprar as diferentes partes que constituem um moinho. Encontrei materiais que os agricultores haviam rejeitado e comprei algumas coisas com o dinheiro que consegui juntar com pequenos trabalhos: 3,45 USD por dois suportes, 3,45 USD por um dínamo de bicicleta, 2,75 USD por uma correia, e 5,5 USD por um quadro de bicicleta. Foi assim que construi o meu primeiro moinho. Tinha 14 anos. Com este moinho consegui ligar algumas lâmpadas e dar luz à minha família.

Depois, decidi aumentar o moinho e fazer muitas modificações: aumentei as pás de três para quatro providenciando assim mais potência à estrutura que ficou com 12 metros.  Agora o moinho abastece de electricidade três divisões da casa e a nossa a varanda. Esta energia faz ainda funcionar dois rádios e carrega vários telemóveis dos vizinhos. Liguei ainda uma bateria de carro para usar nos dias em que não há vento.

Em Novembro de 2006, o Dr. Hartford Mchazime, director da MTTA, ao visitar a biblioteca tomou conhecimento da minha invenção. Quis vir visitar-me para se inteirar do modo como eu havia construído o moinho. Quando chegou fez-me muitas perguntas sobre o moinho. Expliquei-lhe todas as etapas da construção.

Passado alguns dias o Dr. Mchazime trouxe consigo vários jornalistas para verem o moinho, entre eles Sangwani Mwafulirwa, repórter do “The Daily Times”, um dos maiores jornais do país.

A publicidade acerca do meu moinho foi grande e Dr. Mchazime não teve dificuldade em reunir dinheiro suficiente para eu voltar a estudar. E assim voltei para a escola secundária que distava cerca de uma hora da minha casa, no caminho para Lilongwe.

Sem me conhecer, Soyapi Mumba, um engenheiro de computadores de Lilongwe, mostrou ao colega Mike McKay o artigo saído no jornal. Mike colocou-o imediatamente no seu blogue, o Hactivate. Descobri ainda que várias pessoas escreverem também acerca da minha história nos seus blogues.

Fui depois contactado para falar e contar a minha experiência na Conferência de TED, onde conheci muita gente.

Há dois anos, pela primeira vez na vida, comecei a trabalhar com computadores. No motor de busca Google fiz uma pesquisa escrevendo a palavra “moinho” e “energia solar”. É incrível descobrir as entradas que existem sobre estes dois assuntos! Os meus amigos ensinaram-me a criar um endereço de email e já estou no Gmail. Agora, quando tenho acesso a um computador, já sei enviar e receber correio electrónico.”

Agora recebi uma bolsa para estudar na ALA em Joanesburgo e com meu amigo Bryan Mealer vou lançar um livro que se chama “O rapaz captou o vento”.

Artigo de William Kamkwamba.

A revolução da geração Y

24 Mar

As empresas estão a investir tempo e dinheiro para compreenderem os hábitos e comportamentos do público que vive na Internet.

A Google Buzz tornou-se na mais recente rede social utilizada pela Geração Y, jovem entre 18 e 30 anos que cresceram ligados à Internet e as redes sociais.

A Geração Y é a responsável por uma revolução nos padrões da atuação das empresas nesta primeira década do século XXI.

A rede social da Google é um exemplo da utilização de um modelo de comunicação aberta idêntica ao Twitter e Facebook, mas diferenciada, com integração ao e-mail, facilitando assim a partilha de vídeos, musicas, fotos e textos entre utilizadores e amigos.

O interesse pela Geração Y está a ter um crescimento significativo em todo o mundo e Portugal não foge à regra, exemplo é o relançamento pelo BCP do ActivoBank como banco universal para jovens.

O novo ActivoBank vai apostar na banca electrónica e via telemóvel e assenta numa grande cooperação com redes sociais, nomeadamente do Twitter Facebook e Youtube, apostando assim no relacionamento com o consumidor Y.

As estratégias de comunicação na venda de produtos e serviços começam a ser repensadas pelas empresas devido a esse público.

Nascer numa garagem

22 Mar

O que têm em comum a Apple Computers, a Amazon.com, a He-wlett Packard e a Disney? Para além de serem grandes empresas de sucesso, todas nasceram numa garagem! Steve Woz-niak e Steve Jobs, fundadores da Apple, Jeff Bezos da Amazon.com, David Packard e William Hewlett da Hewlett-Packard Co., iniciaram o seu negócio numa garagem.

Não precisaram de um escritório luxuoso para começar a sua empresa. Para o empreendedor que é determinado, qualquer lugar pode servir de lançamento. Michael Dell começou a vender PC melhorados e componentes de add-on a partir do seu quarto na Universidade do Texas! Em Setembro de 1998, Larry Page e Sergey Brin iniciaram a Google numa garagem alugada na Califórnia.

A “garagem” é a maternidade da principal região de alta tecnologia, o Silicon Valley. A ideia de origem desta região é do Dr. Frederick Terman, um professor da Universidade de Stanford que en- corajou os seus estudantes a fazer start-ups das suas próprias empresas electrónicas em vez de se juntarem às empresas estabelecidas na região este. Os primeiros dois estudantes a seguirem os seus conselhos foram William R. Hewlett and David Packard, que em 1938 começaram a desenvolver o seu primeiro produto, um oscilador áudio, na sua garagem. Esta garagem é hoje conhecida como o local onde nasceu o Silicon Valley!

Uma proeminente empresa do Silicon Valley dá pelo nome de Garage Technology Ventures. O seu co-fundador é Guy Kawasaki. De acordo com Guy Kawasaki, a garagem “é um estado de alma” e “uma rejeição do statu quo”.

Então o que falta à nossa juventude para se tornarem empreendedores? Quais são os factores que actuam como impeditivos do empreendedorismo na juventude em Portugal?

Na minha actividade como docente, costumo colocar algumas questões sobre empreendedorismo. A primeira questão que coloco é “gostaria de ser um empreendedor?”, à qual 50% dizem que sim. A questão seguinte é se “tem alguma ideia sobre um projecto que gostaria de realizar?”, à qual 50% dos que tinham respondido afirmativamente à primeira dizem que sim. Quando pergunto a esses 50% as razões por que ainda não iniciaram o projecto, a resposta é rápida e a maioria responde “preciso de obter mais experiência” ou “preciso de dinheiro para criar o meu negócio”.

Provavelmente, as políticas que existem para promover o empreendedorismo estão erradas. Talvez os subsídios e o capital para start-ups que existem sejam a via errada para promover o empreendedorismo.

É tempo de pensar em construir garagens! E se eu compreendi alguma coisa neste país, o próximo passo é criar um “Observatório de Garagens!”

Artigo de Soumodip Sarkar, publicado no Diário de Notícias.

Web Marketing Político: Obama trouxe a Internet para agenda dos políticos

20 Mar

Em 2007, ninguém pesquisava por Obama em nenhum site de busca. Um ano depois, Obama tinha 140 mil seguidores no Twitter, um grupo no FaceBook com 2 milhões e 300 mil membros e um vídeo do YouTube (Yes We Can) com 14 milhões de visitas.

Isto foi possível devido à política desenvolvida pelo senador, mas também por causa da Internet e das novas tecnologias de informação e comunicação.

O senador Obama usou menos de 2% do seu orçamento de campanha com as acções online.

Primeiro – O coração da campanha estava na Internet. (Obama comunicou directamente com os seus militantes digitais)

Segundo – Construção de uma relação directa com o cidadão. (A sua campanha conseguiu compreender o potencial democrático e viral da Internet)

A Internet permite aos candidatos ter uma relação directa com os eleitores no seu ambiente digital.

Ao apostar na Internet, Obama deu salto para a novidade, conseguiu mostrar a diferença.

A campanha de Obama não foi a primeira a usar a Internet, já vários a tinham usado, mas os perfis sociais não eram usados para comunicar com os eleitores, só para promover os candidatos.

No Twitter, Obama teve mais de 130 mil seguidores, fazia varias actualizações diárias havia uma interacção. O seu opositor McCain, tinha 5 mil seguidores e 25 actualizações, não havia interacção.

Em Portugal, os dois grandes partidos estão a usar as várias redes sociais com pouca frequência e de forma defeituosa, existindo pouca interação com o eleitorado, nos pequenos partidos destaco o Movimento Esperança Portugal, que está a utilizar a Internet de forma interactiva.

A Internet tem um enorme potencial para quem souber utilizar, dá muito trabalho, tem de ter profissionais dedicados 24 horas por dia para produzir a melhor comunicação.

Bem-vindos ao meu blog

20 Mar

Depois de algum tempo a meditar sobre a criação de um blog pessoal, decidi finalmente concretizá-lo.

Vão poder acompanhar as minhas actividades e as minhas ideias.

Neste blog vou abordar maioritariamente assuntos sobre marketing, publicidade, redes sociais, comunicação, empreendedorismo e tecnologia.